Murray já havia administrado um coquetel de remédios para combater a insônia de Jackson, e os advogados do médico alegarão que o astro acordou e aplicou, por contra própria, mais um sedativo, o propofol. "Está claro que a defesa trabalha com a teoria do suicídio de Michael Jackson", disse o promotor David Walgren em uma audiência preliminar na semana passada. "Eles não admitem isto, mas vão nesta direção", garantiu Walgren.
Na audiência preliminar convocada para esta terça-feira, o juiz da Corte Superior de Los Angeles Michael Pastor decidirá se existem suficientes evidências para julgar Murray.