O personagem começa o relato como um índio tupinambá que luta contra os colonizadores europeus. Sua amada, Janaína (Camila Pitanga), é morta enquanto fugiam. Depois, ele revive na pele de um líder da Revolta da Balaiada (Maranhão), sufocada por Duque de Caxias e seu Exército, e ainda como um guerrilheiro que protestava contra a ditadura militar nos anos 60. Por fim, o filme faz uma previsão do futuro no país no ano 2096, em que se viverá uma guerra pela água.
Animação “Uma História de Amor e Fúria” entra em cartaz
Produção nacional conta história do Brasil na visão dos "oprimidos"
Muito se critica a história oficial por contar os fatos pela versão dos “vencedores”. A proposta do filme brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, com roteiro e direção de Luiz Bolognesi, é oposta: contar pelo lado dos oprimidos. Dessa forma, esta animação para jovens e adultos faz um passeio pela História do Brasil, por meio de um homem que vive 600 anos (voz de Selton Mello).
O personagem começa o relato como um índio tupinambá que luta contra os colonizadores europeus. Sua amada, Janaína (Camila Pitanga), é morta enquanto fugiam. Depois, ele revive na pele de um líder da Revolta da Balaiada (Maranhão), sufocada por Duque de Caxias e seu Exército, e ainda como um guerrilheiro que protestava contra a ditadura militar nos anos 60. Por fim, o filme faz uma previsão do futuro no país no ano 2096, em que se viverá uma guerra pela água.
O personagem começa o relato como um índio tupinambá que luta contra os colonizadores europeus. Sua amada, Janaína (Camila Pitanga), é morta enquanto fugiam. Depois, ele revive na pele de um líder da Revolta da Balaiada (Maranhão), sufocada por Duque de Caxias e seu Exército, e ainda como um guerrilheiro que protestava contra a ditadura militar nos anos 60. Por fim, o filme faz uma previsão do futuro no país no ano 2096, em que se viverá uma guerra pela água.