Carvana nasceu no dia 4 de junho de 1937 na cidade do Rio de Janeiro. Apaixonado pelo cinema, começou participando como figurante na década de 50 e atuou em mais de 100 filmes. O primeiro papel de destaque foi em “Esse Rio que eu Amo”, atuando ao lado de Agildo Ribeiro e Tônia Carrero.
Como diretor estreou em 1973 com o filme “Vai Trabalhar Vagabundo” e o último que trabalho foi Giovanni Improtta, em 2013, dirigido por José Wilker. Dirigiu ainda "Se segura, malandro", em 1977, "O homem nu", em 1996, “Casa da mãe Joana”, em 2007 e "Não se preocupe, nada vai dar certo", em 2009.
Na televisão, a primeira novela que atuou foi em "Cuca Legal", em 1975, e teve destaque em "Roda de Fogo", em 1986, "O dono do mundo", em 1991, "De corpo e alma", em 1992 e "Celebridade", em 2003, e “Insensato Coração.
A última participação ocorreu na minissérie “O Brado Retumbante”, em 2012, mas ganhou destaque no seriado "Plantão de polícia", entre 1979-1981, com o personagem Valdomiro Pena. Participou ainda de “Quem ama não mata”, em 1982, “Engraçadinha, seus amores e seus pecados”, em 1995, Chiquinha Gonzaga, em 1999, e JK, em 2006.
Entre os prêmios que ganhou, ganhou três vezes o Kikito no Festival de Cinema de Gramado. Em 1973, com “Vai Trabalhar Vagabundo”, como melhor filme. Em 1883, com melhor roteiro para “Bar Esperança”, e, em 1991, como melhor ator em “Vai Trabalhar Vagabundo 2”. Neste ano, é um dos homenageados do Festival de Cinema do Rio de Janeiro.