O gabinete da promotoria do distrito de Los Angeles adiou a apresentação de acusações contra o médico de Michael Jackson, Conrad Murray. A previsão era de que os documentos fossem entregues às autoridades nesta sexta-feira, informou uma fonte policial. Os advogados de Murray anunciaram na quinta-feira que ele se entregaria para ser indiciado. O médico está no centro de uma investigação há sete meses.
O anúncio foi feito após um dia de negociações entre os promotores e os advogados de defesa de Murray, que deve ser acusado de homicídio não premeditado pela morte de Jackson. Uma fonte judicial afirmou que foi descartada a possibilidade de Murray se entregar e comparecer à justiça ainda nesta sexta-feira. "Ao contrário de notícias divulgadas antes, Conrad Murray não se entregará nesta sexta-feira, como seu advogado havia declarado anteriormente, e as acusações não serão apresentadas", disse uma fonte policial.
Michael Jackson morreu em 25 de junho em Los Angeles aos 50 anos vítima de uma parada cardíaca, provocada uma overdose de medicamentos. Murray, 56 anos, reconheceu que administrou no cantor o forte anestésico propofol, mas disse que isto aconteceu depois de tentar convencer Jackson a conciliar o sono com outros medicamentos e declarou que o artista insistiu nos pedidos pelo remédio.
Apresentação de acusações contra médico de Michael Jackson é adiada
Conrad Murray deve ser acusado de homicídio não premeditado pela morte do cantor