Arte & Agenda

Arte e meio ambiente se unem em “Amazônia – Universo de Contrastes”

Organizada pela Associação Chico Lisboa e pelo Instituto Zoravia Bettiol, exposição será inaugurada neste sábado

"A  Cobra Canoa" de Priscila Martinelli é uma escultura com materiais diversos
"A Cobra Canoa" de Priscila Martinelli é uma escultura com materiais diversos Foto : Priscila Martinelli

Num esforço conjunto para associar a produção artística às vozes que se erguem para defender a Amazônia, insubstituível patrimônio natural, equipes do Instituto Zoravia Bettiol e da Associação Rio-Grandense de Artes Plásticas Francisco Lisboa apresentam a exposição Amazônia – Universo de Contrastes. A abertura será realizada neste sábado, 2 de abril, das 16h às 19h, na Galeria Zoravia Bettiol, atual sede do Instituto Zoravia Bettiol (rua Paradiso Biacchi, 109), no bairro Ipanema. 
 
De forma pacífica e criativa, os artistas, como cidadãos conscientes dos acontecimentos geopolíticos do planeta, conclamam os visitantes a se unirem em prol desta causa urgente: a defesa da Amazônia. A mostra reúne 36 obras, entre pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, formas tecidas e tapeçarias de recorte de 29 artistas. São eles: Anna Perrone, Christy Schmitt e Dinorá Bohrer e Marília Lindemann, artistas têxteis convidadas; André Luíz, Andrea Savaget Teixeira, Carmen Cecília Magalhães, Clara Koury, Denise Marcolin, Denise Wichmann, Fátima Pinto, Fernando Lima, Gilberto Perin, Gisele Riker, Graça Craidy, Helena Stainer, Jorge Rico, Kika Herrmann, Leila Adriana Baptaglin, Magy Imoberdorf, Marcia Antoni Tynre, Maria do Carmo Both, Nara Fogaça, Noely Luft, Priscila Martinelli, Rosane Morais, Rejane Wagner, Tati Migowsky e Zoravia Bettiol.

"No conjunto de obras selecionado pela equipe de curadores, os(as) artistas manifestam a sua admiração pelos habitantes das florestas e pelas riquezas da fauna e da flora. De maneira otimista, alguns acentuam as belezas das paisagens naturais, ou as transformam em fontes de inspiração para novos padrões visuais, com delicadeza e equilíbrio. Mas também se mostram realistas e apreensivos(as) pela exploração dos recursos naturais, e chegam a prever resultados catastróficos para a região amazônica, que pode entrar em processo de desertificação nas próximas tristes décadas", destaca a professora e crítica de arte Neiva Bohns. 

A visitação seguirá até 2 de maio, de segundas a sextas, das 9h às 18h e sábados, das 15h às 18h,com entrada gratuita. 

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