“A maioria das histórias de invasão são sob um ponto de vista macrocósmico, mostram o fim do mundo, grandes explosões. Quando você aproxima a lente da história, como se fosse um documentário, o público se torna parte do pelotão. Você é plateia, mas sente-se como se estivesse dentro da tela”, explica.
O filme, dirigido por Jonathan Liebesman (de "O Massacre da Serra Elétrica - O Início"), custou cerca de US$ 70 milhões e enfrentou confrontos nos bastidores. Os produtores criticaram os realizadores de outro filme, “Skyline, A Invasão”, por copiarem o argumento da história.
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