O desfecho do caso foi em 2006. Em um dos mais longos sequestros de Viena, Natascha havia desaparecido aos 10 anos de idade, após sair de casa para ir à escola. Inúmeras buscas foram realizadas pela Polícia, sem resultado, e até a família foi acusada de ter tramado o sumiço da garota.
Após conseguir fugir, Natasha contou que seu captor, o austríaco Wolfgang Priklopil, a maltratava e a obrigava a fazer tarefas domésticas. Do cativeiro, restou o diário escrito que serviu de base para o livro "3.096 Dias", editado pela Record. No livro, ela conta como aprendeu a lidar com o agressor.