Conforme o presidente da 8ª Bienal, Luiz Carlos Mandelli, o evento não é apenas uma “grande exposição que ocorre a cada dois anos. É um ponto de encontro para o desenvolvimento de projetos culturais que perduram e são pontos de continuidades para as ações artísticas”, frisou. "O Estado tem um enorme orgulho de ter mais este documento de apresentação ao mundo. A arte é um processo de constituição da autoconsciência", analisou o governador Tarso Genro na abertura.
A Bienal literalmente se espalha pela cidade. Neste ano, 105 artistas de 31 países exibem suas obras pelos Armazéns do Cais do Porto, no Santander Cultural e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). Além destes, trabalhos estão espalhados pelos jardins do Palácio Piratini, Usina do Gasômetro, Aeromóvel e Viaduto Otávio Rocha.
Depois dos discursos da noite de hoje, o público passeou pela megaexposição. Como boas vindas, o grupo coreano-americano Young Hae Chang Heavy Industries apresentou a performance “The Immigrant as a Geopot” (O Imigrante Como Geopoeta), com textos animados em flash e acompanhados por jazz.
Uma das primeiras atividades da Bienal, o Seminário Internacional Ensaios de Geopoética, na Assembleia Legislativa, ocorre neste sábado das 13h às 19h. As inscrições estão esgotadas, mas o evento será transmitido pelo site oficial da Bienal.