Arte & Agenda

Bailarinos veteranos dançam "Memórias Perdidas" hoje no Teatro Bruno Kiefer

Oito reconhecidos artistas da cena gaúcha foram escolhidos pelo coreógrafo Ivan Motta para novo espetáculo da Companhia H

'Memórias Perdidas', espetáculo intimamente ligado a emoções passada
'Memórias Perdidas', espetáculo intimamente ligado a emoções passada Foto : Nando Spinoza / Divulgação / CP

Alexandre Rittmann, Andressa Pereira, Edison Garcia, Roberto Volkmann, Rossana Scorza, Rosane Novoa, Tisi Rangel e Thaís Petzhold apresentam nesta quarta-feira, dia 7, às 20h, no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736,), o espetáculo "Memórias Perdidas". Ingressos na Sympla aqui. 

Os oito reconhecidos bailarinos da cena gaúcha, afastados do palco há algum tempo, foram escolhidos pelo coreógrafo Ivan Motta para “Memórias Perdidas”, novo espetáculo da Companhia H, que está intimamente ligado a emoções passadas que flutuam cena a cena, inconscientemente vivendo e conscientemente aceitando o presente.

Ivan Mota diz:

“Quando surgiu a oportunidade de trabalhar com alguns bailarinos veteranos, que estavam há um bom tempo sem pisar no palco, foi um recomeço em vários sentidos, porque são desafios e proposições de saber lidar com um corpo que não responde como na juventude”.

A bailarina Thaís Petzhold reflete:  

“Quantas memórias os corpos maduros deste espetáculo colecionam? Memórias que corpos novos na dança ainda não tenham tantas. Bailarino não é um corpo; bailarino é um ser, alma, mente e, principalmente, técnica que se adquire com o tempo”. 

Memórias Perdidas 

“Memórias Perdidas” retrata uma família improvável, que se encontra aleatoriamente, identifica-se com seus sonhos, fantasmas, pequenos dramas e frustrações e, de alguma maneira, segue junta. Cada um vive seus dramas, que muitas das vezes são lembranças e emoções passadas destruídas pelo tempo e que, através da dança, tentam avivar. Se o tempo destrói, com certeza a memória conserva. 

Além da direção de Ivan Motta e dos oito bailarinos o espetáculo tem participação especial do tenor Adolfo Amaral, iluminação de Maurício Rosa, sonorização de André Winovski, figurinos do Atelier Alfa, produção de Luka Ibarra/ Lucida Desenvolvimento Cultural, fotografias de Nando Espinoza e design gráfico de Roberto Fagundes. 

 

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