O Joy Division, Blondie, Queen e o heavy metal em livro. Considerada a cult band mais influente da história, o Joy Division revive em “Unknown Pleasures” (Seoman), de Peter Hook (baixista e fundador). Traz relato íntimo e franco sobre a saga (genial e trágica) do grupo que reinventou o rock no fim dos anos 70. Sua mitologia chegou ao auge quando o vocalista Ian Curtis se enforcou antes da primeira turnê pelos EUA.
“Blondie/Vidas Paralelas” (Seoman), de Dick Porter e Kris Needs, homenageia os 40 anos dessa carismática banda e sua influência no cenário pop rock mundial. Liderada por Debbie Harry, a Blondie foi precursora do que seria conhecida depois como new wave music, versão mais descolada do punk rock. Com base em entrevistas com o grupo (que tem ainda Chris Stein e Clem Burke), o livro, mais do que resgatar seu passado, mergulha em seu universo criativo.
Já “A Verdadeira História do Queen” (Seoman), de Mark Blake, celebra os 45 anos do grupo ícone do rock, cuja verdadeira história não teria sido contada até agora, como o fato de que o Queen guardou segredo, até quando pôde, de que Freddie Mercury tinha Aids.
Nesse período o grupo ainda lançou dois álbuns. Jon Wiederhorn e Katherine Turman são os autores de “Barulho Infernal — A História Definitiva do Heavy Metal” (Conrad). Com base numa pesquisa que durou em torno de 25 anos, os autores produziram um dos arquivos mais completos sobre a história do rock e também um dos títulos mais respeitados sobre o tema.
Bastidores do rock ganham mais quatro biografias
Joy Division e Queen estão entre os títulos