“O acervo ainda não tem condições de acesso em razão da não colocação dos lustres, da parte elétrica e da climatização”, explica. Morgana diz que, antes do início dessa terceira etapa, já foram resolvidos o problema de infiltração, pelo Programa Monumenta, a reforma dos banheiros e a parte de tubulações.
De acordo com a diretora, o processo passa por análise do Ministério Público para retomada das obras, que estão paralisadas há pelo menos seis meses. Apesar de haver muito ainda por fazer, a diretora destaca a necessidade de retomar o funcionamento do local, pelo menos com a parte de eventos e o programa de visitas guiadas. “A nossa ideia é mostrar à população o que já foi feito e manter os tapumes para preservar o prédio contra pichações e a colocação de cartazes”, justifica.
O projeto tem um custo total de R$ 14 milhões, com recursos aprovados pelo Ministério da Cultura e patrocínio do BNDES e de outra entidade parceira. A obra prevê, entre outras melhorias, o restauro de parte do mobiliário, dos lustres, limpeza e recuperação das colunas de mármore, parte mais cara do processo, reforma do pátio e da fonte e ainda a instalação de um elevador para acessibilidade dos cadeirantes. A previsão de conclusão da obra é para o final de 2014.