Foi aberta oficialmente na noite desta sexta-feira a 7ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul. A cerimônia, realizada no Cais do Porto, contou com a presença de autoridades políticas, empresariais e responsáveis pelo evento. O ministro da Cultura, Juca Ferreira, falou sobre projetos federais de incentivo à produção cultural e o presidente convidado, Mauro Knijinik, salientou que a seleção dos curadores foi criteriosa. “O trabalho do chileno Camilo Yáñez, da argentina Victoria Noorthoorn e dos artistas por eles convidados acarretou no alto nível da mostra”, disse.
Victoria conta que, desde o início do projeto comum a Yáñez, estava proposto o diálogo do artista e sua arte com a comunidade e o público. Seja por meio de oficinas, espaços de criação conjunta ou intervenções urbanas, a relação entre as obras, o artista e a sociedade será reforçado. “Queremos valorizar o verdadeiro artista como ator profissional. Ele está pesquisando e investigando a sociedade. E, muitas vezes, ele não é percebido de maneira tão séria”, disse.
Umas das reflexões aconteceu em performance logo após a cerimônia. Sergio de Loog apresentou seu desfile “El Viento”, com modelos esbanjando atitude, cores latinas, humor e deboche descarado. “Nascemos todos iguais. É uma ação de ódio à burocracia. Somos diversos. Quis mostrar isso através da moda”, apontou. A programação completa do evento está disponível no www.bienalmercosul.art.br.
Bienal do Mercosul é aberta oficialmente
Durante cerimônia, Ministro Juca Ferreira falou sobre projetos de incentivo à cultura