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"Bingo - O Rei das Manhãs" é pré-selecionado ao Goya

Filme de Daniel Rezende concorre com outros 15 títulos ibero-americanos

Filme estrelado por Vladimir Brichta também concorre a uma vaga no Oscar
Filme estrelado por Vladimir Brichta também concorre a uma vaga no Oscar Foto : Alisson Louback / Divulgação / CP
O filme brasileiro "Bingo - O Rei das Manhãs" está entre os 16 longas pré-selecionados ao prêmio de Melhor Filme Ibero-americano da 32ª edição dos Prêmios Goya, mais importante premiação do cinema espanhol, que será realizada em 3 de fevereiro de 2018. Conforme anúncio no site da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, a lista dos títulos que seguem na disputa foi divulgada nesta terça-feira pela presidente da instituição, Yvonne Blake, e pelo diretor ibero-americano Manuel H. Martín.

Além do longa de Daniel Rezende, concorrem o argentino "Zama", de Lucrecia Martel e que tem Matheus Nachtergaele no elenco; o boliviano "Viejo calavera", de Kiro Russo; o chileno "Una mujer fantastica", de Sebastián Lelio; o colombiano "Amazona", de Clare Weiskopf e Nicolas van Hemelryck, o paraguaio "Ejercicios de memoria", de Paz Encina; o mexicano "Tespestad", de Tatiana Huezo. O Equador concorre com "Translúcido", de Leonardo Zelig; a Costa Rica com "El sonido de las cosas", de Ariel Escalante; a Nicaragua com "Las mujeres del Wangki", de Rossa Lacayo; o Peru com "La ultima tarde", de Joel Calero e o Panamá com "Kimura", de Aldo Rey Valderrama.

Completam a lista de pré-selecionados "São Jorge", de Marco Martins, representante de Portugal; "Carpinteros", de José Maía Cabral, da República Dominicana; "Otra historia del mundo", de Guillermo Casanova, do Uruguai e "El amparo", de Rober Calzadilla, da Venezuela.

Também na disputa por uma vaga no Oscar, "Bingo - O Rei das Manhãs" conta a história de Augusto (Vladimir Brichta), artista que interpreta Bingo, um palhaço apresentador de televisão que é sucesso absoluto. Só que o fato de estar sempre fantasiado e não ser reconhecido pelo público frusta o ator, que passa a se envolver com drogas e utiliza cocaína e crack nos bastidores do programa. O filme é a cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa de TV homônimo dos anos 1980.

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