Serão mais de 3 mil artistas de 25 países. Feito a cada dois anos desde 1988, o Fitb já recebeu companhias de 50 países. A última edição teve um público de 2,8 milhões de pessoas. Para este ano, são esperados 3 milhões de espectadores.
O público terá a oportunidade de assistir Gonzagão - A Lenda, de João Falcão, que abrirá a programação, no dia 4; Maravilhoso, de Diogo Liberano; Till - A Saga de um Herói Morto, do grupo Galpão; O Jardim, de Leonardo Moreira; e Amores Surdos, de Grace Passô, além das montagens de Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues, e de Dama do Mar, adaptação de Susan Sontag.
“Eu considero uma oportunidade excepcional na história do nosso teatro. Encenar sete peças em um festival considerado importantíssimo no mundo e levar 14 textos de autores brasileiros para encenação de atores locais é excepcional pra nós”, avaliou a ministra da Cultura, Marta Suplicy que estará presente na abertura do festival. As cinco peças tem apoio do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores, enquanto as duas montagens são do Serviço Social do Comércio (Sesc).
Além do intercâmbio cultural a que os artistas serão expostos, Marta também ressaltou a importância de mostrar outras faces da cultura brasileira. “Nesse ano de Copa do Mundo, nós temos que mostrar que além das belezas do samba, carnaval e futebol, temos também uma diversidade cultural muito grande. Podemos mostrar nossa complexidade, nossa diversidade dramática e permitir que nossos autores sejam conhecidos e conhecerem outros autores”.
Além do teatro, o Fitb apresenta mostras de dança, circo, música, dentre outras atrações que ocorrem simultaneamente nas salas e ruas de Bogotá. O festival promete mobilizar a cidade, ocupando 30 salas de teatro, 11 locais na cidade, três parques, além de trazer 70 eventos acadêmicos. Mestres de artes cênicas dos cinco continentes vão ministrar oficinas e conferências nos 17 dias de festival.