Trata-se de uma doença neurológica que se manifesta por meio de espasmos musculares dolorosos e rigidez muscular e afeta duas a três vezes mais mulheres do que homens.
Segundo a cantora, durante a década de testes para chegar ao diagnóstico correto, ela se tornou tão dependente do alívio proporcionado por doses cada vez mais altas dos medicamentos que desenvolveu uma tolerância.
'Eu não sabia, honestamente, que isso poderia me matar. Eu tomava 20 miligramas de Valllium e caminhava para o backstage. O problema é que meu corpo se acostumou', disse. Os espasmos causados pelo distúrbio podem ser tão intensos a ponto de quebrar uma costela.
Foi em 2008 que ela percebeu que havia algo errado. 'Eu disse aos meus assistentes: Não sei se posso fazer o show. Não sei o que está acontecendo', lembra. 'Eu estava com muito, muito, muito medo. E então você entra em pânico, e quanto mais você entra em pânico, mais você tem espasmos.'
Apesar das dificuldades, a cantora revela que tem trabalhado com sua equipe de médicos e diz que está determinada a voltar aos palcos.