O Caderno de Sábado deste final de semana chega no ritmo da MPB. Isso porque a publicação faz uma homenagem aos 50 anos da música popular brasileira, comemorados no dia 7 de abril, em função da data da final do "I Festival Nacional da Música Brasileira", da TV Excelsior. Antes dele, alguns passos foram dados, mas nada tão representativo como aquela noite de 1965, em que Elis Regina interpretou “Arrastão” e lançou as bases de um grande movimento cultural no país.
O assunto será discutido nesta edição a partir de cinco artigos, que começam falando justamente da projeção que tal canção ganhou. O apresentador e comentarista Carlos Guimarães traça um comparativo entre o cenário artístico da época e o atual para explicar a importância de “Arrastão”, enquanto o crítico Márcio Pinheiro coloca em destaque Edu Lobo, compositor da música e que, apesar disso, é um dos personagens menos populares do surgimento da MPB.
Por outro lado, Nando Gross, músico e gerente de jornalismo e programação da Rádio Guaíba, ressalta a importância da bossa nova para a consagração da música popular brasileira. Já o músico Antonio Villeroy cria um paralelo entre sua história e o estilo, do qual destaca o papel dos grandes nomes, como Maria Bethânia, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Quem também comenta a sua relação pessoal com a MPB, é o filósofo, comunicador e editor Luís Gomes, que revela todos seus sentimentos ligados a essa geração de artistas.
Caderno de Sábado comenta os 50 anos da MPB
Data marca a realização do I Festival Nacional da Música Brasileira