"Em minha carreira fiz muitos papéis: heróis e vilões, amantes, perdedores e até criminosos e combatentes do crime. Mas ser embaixador da boa vontade para a justiça mundial é meu papel mais difícil e significativo", afirmou o ator diante de dezenas de diplomatas. Ele ressaltou que o crime organizado só pode ser combatido por uma frente internacional comum, já que as redes ilegais são muito poderosas para qualquer Estado sozinho enfrentar sozinho.
Além disso, pediu que se faça uma distinção entre os reais criminosos e aqueles que cometem crimes por serem enganados. "Às vezes as pessoas mais inocentes, aquelas que carecem de malícia, são alvos fáceis de criminosos que os utilizam para ganhar dinheiro. Se uma criança é obrigada a isso, ela é uma criança criminosa ou uma vítima?", perguntou o ator aos diplomatas presentes.
Cage, que viajou como embaixador da ONU a África, Uganda e Quênia, e se reuniu com vítimas do crime organizado, definiu este mal como "uma infecção mortal" que se expande com rapidez por todo o mundo.