Com direção de Paulo Balardim, “A Tecelã” trata, de forma poética, da solidão feminina, das dificuldades de relacionamento e do poder criativo como possibilidade de transformação. No palco, uma tecelã é capaz de converter em realidade tudo o que tece com seus fios, e busca preencher o vazio de seus dias criando, para si, o suposto companheiro ideal. Através da mescla de teatro de bonecos com a dança, o vídeo e o ilusionismo, a dramaturgia é conduzida por uma trilha musical envolvente, a qual induz o espectador a experimentar um clima onírico.
Livremente inspirado no conto “A Moça Tecelã”, de Marina Colasanti, e em variados mitos que cercam a tecelagem. Em 2013 a peça representou o Brasil no Festival Internacional de Teatro de Edimburgo e conquistou prêmios em grandes festivais.