"O autor conseguiu colocar uma riqueza enorme, ao mostrar uma Callas desesperada, doente, quase demente, que não sabe o que fazer, se sentindo sozinha, agressiva, firme, divertida, debochada e reconhecedora das coisas", diz Sílvia sobre a responsabilidade do papel. Antes de ver o texto, ela leu quatro livros, assistiu a filmes, ouviu suas óperas e fez aulas de canto, apesar de não cantar em cena.
Na parte inicial, o repórter a entrevista sobre método de trabalho, problemas com críticos, diretores, relação com colegas e cancelamentos. Depois tem vez a vida pessoal, quando são revelados detalhes sobre sua relação com Onassis, a reação do marido à gravidez, a raiva de sua rival, Jackie Kennedy, o filho que perdeu, entre muitos outros fatos marcantes.
Dotado de vídeos, fotos, intervenções de áudio e frases do mito, o "documentário vivo", como é definido pela equipe, foi escrito por Fernando Duarte.