No 3 andar, na Galeria Augusto Meyer, Rogério Severo mostra "Fundear", instalação composta por linhas, sendo uma de aço em forma de fita, que funciona como espinha dorsal. Outros fios flexíveis tencionados aparecem de diferentes formas, tanto em composições desordenadas como se fossem rabiscos, como num único tirante, que une as pontas de um arco. A partir daí, surgem estruturas delgadas que se expandem e ocupam toda a galeria. No Espaço Maurício Rosenblatt, o grupo Superfície agrega experiências e apresenta como resultado um ato coletivo, em "Multiplicações". Sete artistas dividem um único suporte com pinturas produzidas coletivamente, numa lógica de trabalho que demonstra que o viver junto é possível também plasticamente.
Já na Fotogaleria Virgílio Calegari (7 andar), o coletivo Ponto de Fuga incursiona pelo mundo dos sonhos, em "Alfa/Teta". Nele, o inconsciente se manifesta de forma subjetiva, sendo sua concepção estreitamente relacionada a fragmentos de memórias. Os sonhos entram como canal de expressão destas memórias, combinadas com elementos fantasiosos.