Carnaval

Disputa pelo título de campeã do Carnaval do Grupo Especial de São Paulo começa nesta sexta

Sete escolas abrem o espetáculo no sambódromo do Anhembi com enredos variados

Sete escolas abrem o espetáculo no sambódromo do Anhembi com enredos variados
Sete escolas abrem o espetáculo no sambódromo do Anhembi com enredos variados Foto : Nelson Almeida / AFP / CP
É Carnaval no Brasil. A folia, que começa nesta sexta-feira, só termina na Quarta-Feira de Cinzas. Em São Paulo será dada a largada, a partir das 23h15min, para a disputa das escolas de samba da elite no Sambódromo do Anhembi.

Estreante, a Independente Tricolor, que conquistou a vaga após ser vice-campeã da Série A em 2017, vai contar a história dos filmes de terror, com destaque para Zé do Caixão. O enredo “Luz, Câmera e Terror – Uma produção independente” levará zumbis, assombrações, fantasmas e vampiros ao Anhembi.

Na sequência vem a Unidos do Peruche, homenageando o cantor Martinho da Vila, que completa 80 anos neste mês. A letra do samba é uma união de duas composições, já que as duas ficaram empatadas na escolha do samba-enredo. Esta é a aposta da agremiação que vem de um 11º lugar.

Terceira a desfilar, a Acadêmicos do Tucuruvi apostará em “Uma Noite no Museu”. E fez um grande investimento, contratando o carnavalesco Flávio Campelo, campeão em 2017 com a Acadêmicos do Tatuapé. A meta é esquecer o 8º lugar do ano passado e conquistar o primeiro título em 2018. No entanto, um incêndio atingiu o barracão da escola em 4 de janeiro, queimando 90% das fantasias. A Liga das Escolas de Samba do Grupo Especial de São Paulo decidiu que a agremiação não poderá ser rebaixada. Por conta disso, participa do desfile, mas não será julgada.

A Mancha Verde, que vem de um 10º lugar, é a quarta a se apresentar, com uma bateria mais jovem e mais feminina. Levará 50 mulheres tocando agogô, chocalho e tamborim. Três delas entram no Anhembi com a responsabilidade de diretoras da bateria. Quem comanda o grupo é o mestre Maradona. Neste ano, a escola homenageia os sambistas do Fundo de Quintal, fundado no Rio de Janeiro, na década de 70.

Atual campeã, a Acadêmicos do Tatuapé entra na disputa pelo bicampeonato com um enredo que traduz a magia do Maranhão. O carnavalesco Wagner Santos, que veio da Acadêmicos do Tucuruvi, onde foi vice-campeão, vai desenvolver o enredo “Maranhão. Os tambores vão ecoar na terra da encantaria”. A ideia inicial era homenagear Silvio Santos, mas a agenda do empresário inviabilizou a homenagem. Caso se concretizasse, este seria o segundo enredo sobre Silvio Santos. A primeira escola a homenageá-lo foi a Tradição, em 2001, no Rio de Janeiro.

A Rosas de Ouro apostará na dupla sertaneja Maiara e Maraísa para dar a largada no desfile. Elas também desfilarão no quinto carro alegórico. A agremiação, que ficou em 5º lugar em 2017, vai retratar a vida dos caminhoneiros, com o enredo “Pelas estradas da vida, sonhos e aventuras de um herói brasileiro”. Por último, a Tom Maior, 12ª colocada no ano passado, encerra primeiro dia de desfiles homenageando a Imperatriz Leopoldinense, com “O Brasil de Duas Imperatrizes: De Viena para o Mundo”.

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