Arte & Agenda

Ceclimar é opção de passeio no Litoral nas férias

Com museus e minizoo, local, em Imbé, reúne um rico acervo da fauna marinha

Ceclimar recebe o público de terça-feira a domingo, das 15h às 19h
Ceclimar recebe o público de terça-feira a domingo, das 15h às 19h Foto : Tarsila Pereira
Uma opção de passeio para as férias, principalmente para a criançada naqueles dias de tempo fechado e que não deu praia, é uma visita ao Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), em Imbé. No local, há o Museu de Ciências Naturais, que recebe o público de terça-feira a domingo, das 15h às 19h. Também é possível visitar o Minizoológico e o Centro de Reabilitação de Fauna Marinha e Silvestre.

Além de animais nativos da costa e da orla do Litoral Norte, o museu abriga espécies exóticas e expõe, atualmente, um acervo da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, com reproduções de dinossauros. É a exposição "Dinossauros: Ciência e Ficção" ficará instalada até o final de março no Ceclimar, e que trata sobre a origem e extinção dos dinossauros, a evolução anatômica e o conhecimento sobre fósseis. A mostra reúne seis peças que ilustram a anatomia destes animais. A taxa de ingresso é de R$ 3. Crianças menores de 6 anos e idosos não pagam.

A visitação ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres e Marinhos ocorre de sexta-feira a domingo, das 15h30min às 17h30min. No local, os bichos feridos são tratados por biólogos e veterinários. Geralmente, aparecem pinguins e aves para serem cuidados. As duas tartarugas que estão no Ceclimar hoje ficaram doentes por conta do lixo que ingeriram no mar. "Nós já encontramos fita do Nosso Senhor do Bom Fim, bituca de cigarro e plástico dentro do trato intestinal delas", contou a bióloga Cariane Campos.

Um dos moradores mais famosos do Centro de Reabilitação é um leão-marinho de mais de 300 quilos, que chegou ao local ainda bebê e não conseguiu se adaptar novamente ao meio ambiente. "Tentamos libertá-lo várias vezes", disse Cariane. Segundo ela, pessoas desinformadas levam os animais encontrados na orla para o Ceclimar, porque pensam que estão doentes, mas isso é prejudicial. "Esse foi o caso do leão-marinho. Recomendamos que as pessoas recorram ao Ceclimar e à Patrulha Ambiental", disse. No minozoológico também estão animais que não puderam voltar para o habitat natural, como biguás, saguis e tucanos estão no local. O Ceclimar também oferece diversas oficinas durante o verão e os interessados podem buscar informações pelo telefone (51) 3627-1309.

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