Com direção dos animadores, ilustradores e cineastas norte-americanos Chris Renaud, Patrick Delage estreia nesta quinta-feira "Meu Malvado Favorito 4". Os personagens que marcam a trama, Gru, Lucy, Margo, Edith e Agnes dão as boas-vindas a um novo membro da família, Gru Jr., que tem a intenção de atormentar seu pai. Gru enfrenta um novo nêmesis, Maxime Le Mal e sua namorada Valentina, e a família é forçada a fugir. No original em inglês, a dublagem é de Kristen Wiig, Steve Carell e Pierre Coffin. Pode-se entender o sucesso da animação com os personagens amarelos a partir do êxito alcançado em produções como "Minions 2: A Origem de Gru" não teria sido possível sem "Meu Malvado Favorito", o filme com o qual tudo começou, no ano de 2010. Foi a partir daí que aquele personagem aparentemente desagradável de se ver e com uma voz extremamente estranha, o Gru, acabou fazendo milhões de espectadores rirem com suas enrascadas espirituosas.
Além da trama envolvente para os fãs, a franquia "Meu Malvado Favorito" é reconhecida também por trazer a música como parceira. É assim que surgem na tela versões de clássicos e novos hits do pop. Com a presença marcante dos minions em quase todos os momentos musicais, a animação também acerta em trazer para o universo infantil clássicos de nomes como Bee Gees, Pharrell, Michael Jackson e outros. No primeiro filme da franquia teve até momento especial com pequeno show a parte, onde os minions soltam a voz pelos corredores e encarnam o próprio Barry Manilow, autor do clássico "Copacabana". No segundo filme foi o embalo do "Village People, com "YMCA", que movimentou a sonoridade da trama.
OUTROS
Também chegam às telonas outras novidades, como o italiano "Ainda Termos o Amanhã, com fotografia em preto e branco que nos transporta ao drama dos anos 40, na Roma pós Guerra; e o terror "Entrevista com o Demônio", australiano com David Dastmalchian vivendo um apresentador de tevê que evoca o mal, ao vivo, em noite de Halloween de 1977. Do Brasil, o destaque das novidades é "A Flor de Buriti", coprodução com Portugal, para mostrar vivências do povo indígena Krahô, que transitam entre os anos de 1940 a 1969, chegando até a contemporaneidade.
Confira o comentário do crítico Marcos Santuario das estreias da semana: