Brown estava em liberdade vigiada depois que um juiz revogou, em 15 de julho, a liberdade condicional da qual gozava pelo caso Rihanna, devido à fuga do rapper após um acidente de carro. Ao considerar a colisão um incidente menor, o juiz do Tribunal Superior de Los Angeles James Brandlin restituiu a liberdade condicional de Brown, que deverá cumpri-la até 2014.
Em contrapartida, o cantor terá de fazer mil horas a mais de trabalho comunitário, limpando auto-estradas, praias, pichações, ou participando de um programa do Departamento de Liberdade Condicional, decidiu o juiz Brandlin.
A promotoria apresentou documentos que colocavam em dúvida se Brown realmente fez seu trabalho comunitário, dizendo que recebeu "relatórios fraudulentos". O advogado de Brown, Mark Geragos, rejeitou essas acusações e citou informes não solicitados dos bombeiros da Virgínia (nordeste), segundo os quais "o senhor Brown trabalhou como um burro".
Depois de se declarar culpado em junho de 2009 de bater em sua então namorada Rihanna, em uma discussão na véspera da entrega dos prêmios Grammy, Brown foi sentenciado a cinco anos de liberdade condicional, a participar por um ano de um programa contra a violência doméstica (que já completou) e a 180 dias de trabalho comunitário.