Um laboratório itinerante é comandado por três cientistas malucos – Biruto Galilei, Lelé di Pasteur e Pancada Newton – que desafiam as leis da natureza e transformam elementos simples em fantásticos, com ajuda de uma estagiária. As crianças aprendem brincando, com experiências que envolvem a força do ar, os elementos da natureza e a lei da gravidade. A produção do grupo reserva 50 ingressos por sessão para instituições de crianças carentes (telefone 3226-1181 e e-mail artescenicasccmq@gmail.com).
A diversidade de ritmos é o mote de “Os Mochileiros”, da Cia. Una, no Teatro Carlos Carvalho (Andradas, 736), sábados e domingos, às 16h. Carimbó, maculelê e moda de viola são usados para falar de amor, alegria, perseverança e retorno às raízes. Dois sabugos de milho saem do celeiro em busca de um lugar onde possam perpetuar a espécie e viver felizes para sempre. Conhecem animais, um espantalho e uma linda espiga de milho, empreendendo uma aventura.
Apenas neste sábado, na Redenção (imediações Monumento Expedicionário), às 15h, “A Mulher que Comeu o Mundo”, do grupo UTA, incursiona pelo universo das máscaras para falar da busca desenfreada pelo poder, por meio da figura de uma gorda. Já a Cia. Teatro da Transcendência celebra nove anos de trajetória com “O Monólogo da Boneca”, sábados e domingos, às 19h, em sua sede (Vieira de Castro, 145), que abriga apenas 50 espectadores. Camila Diehl encarna uma boneca de silicone, com feições e proporções de uma mulher real, projetada para fins sexuais. Adquirida para servir de companhia a um homem triste e solitário, ultrapassa a condição de brinquedo e é elevada a um patamar quase humano, de confidente e parceira. Num ato insano, ele adota de um coração de sucata, o que ocasiona na personagem os mais diversos sentimentos.