A polícia ainda não pediu a prisão dos suspeitos à Justiça. Os hackers poderão ser indiciados pelos crimes de furto, extorsão e difamação. Se condenados, a pena pode chegar a 15 anos de prisão. Advogado de Carolina, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que os suspeitos também poderão ser enquadrados no crime de formação de quadrilha. Kakay esteve nesta segunda-feira na DRCI para acompanhar o andamento das investigações. "Entendo que a internet não pode continuar sem lei no Brasil. É preciso uma legislação específica para punir este tipo de crime", argumentou.
Cinco hackers são suspeitos de divulgar fotos de atriz
Suspeitos podem ser indiciados pelos crimes de furto, extorsão e difamação
A Polícia Civil do Rio aguarda a conclusão da perícia nos cinco computadores apreendidos semana passada antes de indiciar os cinco hackers suspeitos de roubar e divulgar na internet fotos da atriz Carolina Dieckmann nua. Os cinco também prestarão depoimento, antes da conclusão do inquérito aberto pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). As oitivas serão realizadas por carta precatória, já que nenhum dos identificados reside no estado do Rio.
A polícia ainda não pediu a prisão dos suspeitos à Justiça. Os hackers poderão ser indiciados pelos crimes de furto, extorsão e difamação. Se condenados, a pena pode chegar a 15 anos de prisão. Advogado de Carolina, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que os suspeitos também poderão ser enquadrados no crime de formação de quadrilha. Kakay esteve nesta segunda-feira na DRCI para acompanhar o andamento das investigações. "Entendo que a internet não pode continuar sem lei no Brasil. É preciso uma legislação específica para punir este tipo de crime", argumentou.
A polícia ainda não pediu a prisão dos suspeitos à Justiça. Os hackers poderão ser indiciados pelos crimes de furto, extorsão e difamação. Se condenados, a pena pode chegar a 15 anos de prisão. Advogado de Carolina, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que os suspeitos também poderão ser enquadrados no crime de formação de quadrilha. Kakay esteve nesta segunda-feira na DRCI para acompanhar o andamento das investigações. "Entendo que a internet não pode continuar sem lei no Brasil. É preciso uma legislação específica para punir este tipo de crime", argumentou.