As duas primeiras etapas, patrocinadas pela Petrobras, demandaram um investimento de R$ 4 milhões para a reforma, via Lei Rouanet. Hoje, a Prefeitura de Porto Alegre publicou, no Diário Oficial, um Termo de Cooperação Cultural com a Fundacine, de R$ 181,58 mil, para o acompanhamento técnico da terceira etapa da obra e a implantação da Cinemateca Capitólio. Nessa parte da intervenção, o Ministério da Cultura aportou mais R$ 800 mil, com a contrapartida de R$ 160 mil da Prefeitura.
A verba federal foi anunciada em agosto do ano passado pela ministra Ana de Hollanda, e a abertura havia sido prevista para junho deste ano, o que não se confirmou. O edital das obras deve ser publicado em duas semanas, e a expectativa, agora, é de que a conclusão da reforma ocorra em quatro meses.
Futuro centro cultural de pesquisa e preservação da memória audiovisual do Rio Grande do Sul, o Capitólio vai contar com uma sala principal de exibição, com lotação de 188 lugares, cinco salas para exibição de recursos multimídia com espaço para pesquisa, café, lojas e salas de exposição. O prédio é hoje tombado como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).