"The Last Airbender", último filme de M. Night Shyamalan, representa uma virada em relação ao cinema de suspense que deu fama a esse diretor. Nesta semana, ele volta às telas com uma história em 3D e muitos efeitos visuais com a marca do argentino Pablo Helman.
O filme - que entre o fim de julho e início de agosto chegará a Argentina, Colômbia, Brasil e Espanha - é a adaptação da série animada "Avatar: The Last Airbender", transmitida pelo canal infantil Nickelodeon. M. Night Shyamalan propôs recriar em formato 3D a história de Aang, um menino cuja promessa é salvar o mundo da guerra, depois de uma letal campanha de quase um século na nação do fogo, que se propõe dominar as nações tribais do ar, água e terra.
"Meu envolvimento com o filme começou seis meses antes de iniciar a filmagem e consistiu em me sentar com o diretor, Night, em seu escritório na Filadélfia e estudar folha por folha do roteiro. Estabelecemos uma metodologia para filmar", contou o supervisor de efeitos visuais para a Industrial Light & Magic, Pablo Helman. "Mas nunca sabemos como vamos fazer", apontou este argentino indicado duas vezes ao Oscar por Melhores Efeitos Visuais por "Guerra nas Estrelas - Espisódio II - O Ataque dos Clones" e por seu trabalho no filme de Steven Spielberg "Guerra dos Mundos".
"Shyamalan queria que fosse uma visão muito realista", disse Helman. E para consegui-lo, partiu para a Groenlândia. "Estive duas semanas na Groenlândia, fazendo tomadas de helicópteros e botes sobre os icebergs e depois toda a empresa foi para lá, onde ficamos por mais quatro semanas filmando", contou.
O filme conta com um elenco jovem que inclui - além de Noah Ringer, Nicola Peltz e Jackson Rathbone - Dev Patel, o herói do premiado filme "Quem que ser um milionário?". O orçamento foi estimado em 150 milhões de dólares em produção e em torno de 130 milhões de dólares em publicidade.
Cineasta M. Night Shyamalan dá virada com novo filme
Nesta semana, diretor volta às telas com uma história em 3D