Allen, e os nobel de literatura Wola Soyinka, da Nigéria, e Orham Pamuk, da Turquia, assim como outros escritores como Salman Rushdie, Umberto Eco e Bernard-Henri Levy, pedem uma resolução.
Uma carta aberta sobre a Síria foi redigida por Levy em seu site. A carta afirma que os manifestantes "enfrentam uma máquina de mortes conscientes do alto preço que pagarão". Eles dizem ainda que será "trágico e moralmente inaceitável" se o Conselho de Segurança não fizer nada.
Grã-Bretanha, França, Alemanha e Portugal propuseram uma resolução de condenação à repressão por parte do governo do presidente Bashar al-Assad. Rússia e China se opõem a ela, enquanto Brasil, África do Sul e Índia têm fortes objeções.