O Brasil continua bem de produção, mantendo a média de mais de 100 longas-metragens ao ano. Nem todos chegam ao circuito comercial. E o País tem dificuldade em aumentar sua participação no mercado, flutuando entre 10% e 15% do market share, ano a ano. O problema tem a ver com a estrutura do mercado exibidor, formatado para o produto estrangeiro.
Contudo, em termos qualitativos, não faltam motivos para comemorar. As maiores repercussões se deveram a “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, e “Chatô”, de Guilherme Fontes.
Mas outros filmes também se destacaram. O documentário “Orestes”, de Rodrigo Siqueira, por exemplo, mostra como se pode ser inovador e político ao mesmo tempo.
E “Branco Sai Preto Fica”, de Adirley Queirós, é um marco nas relações entre centro e periferia das cidades, usando a ficção científica de modo incisivo e criativo.
Cinema nacional pode festejar 2015
“Que Horas Ela Volta?” foi um dos longas nacionais com maior repercussão no ano