O documentário de Carvalho visita a história do rock nacional e suas raízes brasilienses. Exibido na recente edição do Festival de Paulínia, "Rock Brasília" encantou público e crítica, em geral. A programação do Festival inclui debates e encontros, trazendo nomes como o ex-ministro José Dirceu, o produtor Luiz Carlos Barreto, os cineastas Roberto Farias, Cacá Diegues, Sílvio Da-Rin, exibidores como Adhemar Oliveira e muitos outros. A abertura será feita pela ministra Ana de Hollanda e pelo Secretário de Cultura do GDF, Hamilton Pereira. O seminário "Novas Perspectivas para o Cinema e para o Audiovisual Brasileiro", marca inovação também. "Nunca foi feito um seminário deste porte", garante Nilson Rodrigues, coordenador geral do Festival. O encontro acontece dias 28, 29 e 30 de setembro, no auditório Ouro Preto do Kubitschek Plaza Hotel.
Outra novidade do festival é que ocorrem exibições simultaneamente em outras três regiões administrativas - Sobradinho, Taguatinga e Ceilândia, com o cerimonial que caracteriza as apresentações do Cine Brasília. Além das exibições, o festival contará ainda com cinco seminários, cinco oficinas, quatro mostras paralelas não competitivas e a Mostra Brasília. Foram 624 filmes inscritos neste ano: 110 filmes de longa-metragem (56 inéditos), 415 curtas e 99 filmes de animação. Em sua recente passagem pelo Festival Internacional de Cinema de Toronto, o ator Rodrigo Santoro garantiu sua presença em Brasília, defendendo sua participação no filme "Meu País", de André Ristum, um dos concorrentes no evento. O maior prêmio do Festival é o do Júri Oficial, para o Melhor Longa-Metragem, que leva R$ 250 mil. Os gaúchos competem com os curtas "Três Vezes por Semana", de Cris Reque; "Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo", de Rodrigo John (animação); "De Lá pra Cá", de Frederico Pinto, e "Cafeka", de Natália Cristine (animação).