A abertura da 11ª Bienal do Mercosul ganha cerimônia de abertura, nesta quinta-feira, a partir das 19h30min, na Praça da Alfândega, com a Orquestra de Câmara Fundarte, sob a regência de Antônio Borges-Cunha, executando composições de Edu Lobo, Baden Powell, Villa-Lobos, Chico Buarque, Caetano Veloso, José Miguel Wisnik, Alberto Ginastera, George Bizet, Astor Piazzolla e Vitor Ramil.
A Bienal reunirá, até 3 de junho, trabalhos de 70 artistas, de três continentes e de coletivos artísticos, além de residências em comunidades Quilombolas de Porto Alegre e Pelotas. As obras poderão ser conferidas pelo público a partir de sexta, no Margs, Memorial do RS, Santander Cultural, estas na Praça da Alfândega, e também na Igreja Nossa Senhora das Dores e na Comunidade Quilombola do Areal e Casa 6 (Pelotas).
Conforme o presidente da Fundação Bienal do Mercosul, Gilberto Schwartsmann, o Triângulo do Atlântico resgata e dá destaque para a arte africana e afro-brasileira. “Este triângulo nos leva a mergulhar nos últimos cinco séculos de nossa existência, nas profundezas deste oceano e nesses deslocamentos, na busca de indícios na arte contemporânea sobre as matrizes formadoras da cultura brasileira”, finaliza.
Concertos abrem hoje a 11ª Bienal do Mercosul
Concerto da Orquestra da Fundarte e performances serão nesta quinta, 19h30min, na Praça da Alfândega