O Festival de Curitiba chega a sua 19ª edição como uma referência no cenário nacional para o teatro de diferentes Estados e com participações de grupos internacionais. As atividades, que começaram no dia 16, seguem até o dia 28. Realizado desde 1992, o evento contabilizou a participação de mais de 1,5 milhão de pessoas e 3 mil espetáculos, além de dezenas de cursos, palestras, festas e oficinas.
O Rio Grande do Sul está representado na mostra principal pelo grupo circense Tholl, da cidade de Pelotas. Os gaúchos apresentam "Exotique", nos dias 22, 23 e 24. São 14 artistas que levam ao público elaboradas coreografias, malabarismos e efeitos de cor e luzes. É criado um universo onde a ousadia dita cada movimento. A performance será na Ópera de Arame.
Além da mostra principal, o festival tem a paralela, Fringe, que reunirá 374 espetáculos de diversas regiões do país. Sob curadoria do humorista Diogo Portugal e com apresentação de Nany People, ocorre também o Risorama, show de humor com stand up comedy e diferentes convidados a cada noite.
A atração internacional deste ano é a montagem canadense "Dulcinea''s Lament", com direção de Alice Ronfard. Inspirada pela personagem Dulcinea del Toboso - a musa de Don Quixote -, a atriz canadense Dulcinea Langfelder leva a plateia por viagem multimídia através das emoções humanas. O clássico de Cervantes é a inspiração. Em cartaz ainda "Macbeth", com direção de Aderbal Freire-Filho e interpretações de Daniel Dantas e Renata Sorrah; "In on It", do canadense Daniel MacIvor e dirigida no Brasil por Enrique Diaz; "Simplesmente Eu, Clarice Lispector", adaptada e dirigida por Beth Goulart; e "A Loba de Ray-Ban", de José Possi Neto, com Christiane Torloni no elenco.
Curitiba é o palco do teatro nacional
Festival é realizado desde 1992