O filme, datado de 1946, tem cenas ousadas entre a jovem atriz e um ator desconhecido. À época, Marilyn ainda não tinha alcançado o status de estrea e era conhecida pelo verdadeiro nome, Norma Jean Baker. As cenas são em preto e branco e a duração é de seis minutos.
A Feira Internacional de Colecionadores Cinematográficos de Buenos Aires, que ocorre entre 6 e 7 de agosto no Centro Cultural Borges, é a primeira deste tipo na América do Sul. No evento, além do curta de Marilyn Monroe, estarão outras raridades, entre elas negativos originais, bandas sonoras, posters e autógrafos de celebridades.
Quanto ao filme, ele estava em mãos de um colecionador espanhol cujos herdeiros, ao encontrá-lo, entraram em contato com Barsa, que já havia comercializado a única cópia conhecida anteriormente. O espanhol revelou que recebeu ofertas de dois colecionadores, da Noruega e Japão, e confessou que "conhecendo os fãs de Marilyn", espera que durante o leilão, cujos lances também poderão ser dados pela internet, a oferta passe de 1 milhão de dólares.
Quando o filme de Marilyn foi divulgado, em 1997, houve uma polêmica já que foi questionado se era realmente ela, que teria menos de 21 anos quando foi rodado. Segundo Barsa, é mesmo Marilyn Monroe que aparece no filme. Ele apresentou uma carta de 1996 do diretor do American Film Institute que afirma que se não era ela "era sua irmã gêmea".
Em 2008, um filme mudo de 16mm, em preto e branco e de cerca de 15 minutos de duração, que mostra a atriz americana praticando sexo oral, foi vendida a um empresário por 1,5 milhão de dólares.