O britânico Lewis, considerado um ator especial (uma espécie de Meryl Streep de calças), já ganhou na mesma categoria duas vezes, por suas atuações em “Meu Pé Esquerdo” e “Sangue Negro”, e enfrentou, com muito esforço e enorme talento, a quantidade laudatória de diálogos sem fim da produção de Steven Spielberg. Surpresa mesmo seria Day-Lewis ser derrotado no próximo domingo por qualquer um de seus quatro colegas de categoria.
Denzel Washington, que ganhou uma indicação por seu piloto alcoólatra em “O Voo”, está sendo indicado pela 6º vez principalmente por seu prestígio. Ele já ganhou a estatueta antes por suas atuações em “Tempo de Glória” (Melhor Coadjuvante) e “Dia de Treinamento” (Melhor Ator) e dificilmente emplaca uma nova vitória este ano. A figurinha difícil Joaquin Phoenix (de “O Mestre”) foi indicado duas vezes antes, para Melhor Ator por “Johnny e June” e para Melhor Coadjuvante por “Gladiador”. Sua aparição no elogiado “O Mestre” que foi surpresa, após ter anunciado que abandonaria a carreira.
O australiano Hugh Jackman (“Os Miseráveis”) e o galã norte-americano Bradley Cooper (“O Lado Bom da Vida”) estreiam na categoria e, apesar da boa atuação de Cooper, ele e Jackman “são duas cartas fora do baralho”.
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