O longa-metragem conta a história de uma operação da CIA para retirar seis diplomatas americanos do Irã no auge da crise dos reféns de 1979, quando estudantes islâmicos tomaram a embaixada dos Estados Unidos em Teerã mantendo 52 reféns durante 444 dias. Apesar de alguns dos eventos retratados terem sido filmados com um amplo grau de liberdade artística, o departamento de Estado permitiu a equipe de Ben Affleck gravar algumas cenas em seu edifício principal em Washington.
O novo secretário de Estado, John Kerry, publicou uma mensagem no Twitter antes da cerimônia de premiação, desejando "Boa sorte @BenAffleck e #Argo". Affleck, que também é produtor e protagonista do filme, respondeu: "Agradeço pelo excelente serviço e pelo sacrifício dos diplomatas americanos e suas famílias!"
O porta-voz do Departamento de Estado americano preferiu não rebater os comentários sobre as acusações de iranianos de que o Oscar dado a "Argo" era um prêmio "político" e se limitou a dizer que foi uma decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A emissora estatal iraniana criticou a 85º edição da principal festa do cinema e acusou Affleck de se especializar "no exagero, na desproporção das coisas e na criação de cenas falsas".