Misturando malabarismo, equilíbrio, acrobacia, dança contemporânea, texto e música experimental, a obra, por meio do movimento e poucas palavras, questiona o que pode um corpo.
O espetáculo parte do preceito de que sujeitos se portam de acordo com o lugar e funções que assumem na sociedade, para pensar nos restos como as possibilidades imanentes a este ser.