Em cartaz há seis anos, a peça é sobre a história de Fernanda, 35 anos, independente, bem-sucedida e que vive o grande dilema das mulheres, especialmente as solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é ou será protagonista de encontros e desencontros, ilusões e desilusões. Cada homem que Fernanda conhece pode ser seu grande amor. O tempo que ela gasta com os homens daria para ir a Marte e voltar várias vezes. Mas uma coisa é certa: sua vida não é um tédio, ao contrário, está mais para histeria do que para calmaria.
Divertido monólogo sobre uma mulher à procura do grande amor em cartaz no Bourbon
Mônica Martelli volta com seu sucesso "Os Homens São de Marte... e É para Lá que Eu Vou"
A comédia "Os Homens São de Marte... e É para Lá que Eu Vou" retorna à Capital somente para duas exibições, nesta sexta e neste sábado, às 21h, no Teatro do Bourbon Country (avenida Túlio de Rose, 80). Ingressos estão à venda no local. De forma emocionante e muito bem-humorada, a trama é interpretada e escrita pela atriz Mônica Martelli e a direção é de Victor Garcia Peralta.
Em cartaz há seis anos, a peça é sobre a história de Fernanda, 35 anos, independente, bem-sucedida e que vive o grande dilema das mulheres, especialmente as solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é ou será protagonista de encontros e desencontros, ilusões e desilusões. Cada homem que Fernanda conhece pode ser seu grande amor. O tempo que ela gasta com os homens daria para ir a Marte e voltar várias vezes. Mas uma coisa é certa: sua vida não é um tédio, ao contrário, está mais para histeria do que para calmaria.
Em cartaz há seis anos, a peça é sobre a história de Fernanda, 35 anos, independente, bem-sucedida e que vive o grande dilema das mulheres, especialmente as solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é ou será protagonista de encontros e desencontros, ilusões e desilusões. Cada homem que Fernanda conhece pode ser seu grande amor. O tempo que ela gasta com os homens daria para ir a Marte e voltar várias vezes. Mas uma coisa é certa: sua vida não é um tédio, ao contrário, está mais para histeria do que para calmaria.