Lançado em 2009, Corumbiara foi premiado como melhor documentário no Présence Autochtone, em Montreal; melhor filme no Festival de Cinema Latino Americano de SP; Grande Prêmio Cora Coralina no FICA; melhor filme, direção e montagem no Festival de Gramado, e outros prêmios.
Indigenista há mais de 30 anos, Carelli demorou para finalizar a obra por aguardar uma definição das investigações e poder apontar os culpados, além do tempo para encontrar os sobreviventes e conseguir dialogar com eles.