Nesta quinta-feira, dia 20, chega aos cinemas gaúchos “Amor e Morte em Júlio Reny”, a biografia do renomado rockeiro gaúcho, conhecido como “O Maldito do Rock”. O longa dirigido por Fabrício Catanhede e produzido por Tamires Kareca e Fernanda Etzberger, sendo distribuído pela A2 Filmes.
Um título nacional que levou mais de 10 anos para ser produzido e narrado pelo próprio Júlio Reny, havendo uma alternância entre depoimentos extremamente sinceros (por vezes até constrangedores), leitura de textos que estão seu livro Rádio Cool e cenas do seu dia a dia, revelando a dura vida do artista. Além de um acervo de fotos e VHS inéditos resgatados diretamente dos anos 80.
“Perturbador”, “áspero” e “dramático” segundo o jornalista Augusto Diniz da revista Carta Capital. O filme merece todos esses adjetivos, já que Júlio carrega em sua história diversos problemas e traumas, desde a morte prematura de sua primeira esposa a uma carreira musical de altos e baixos, e internações clínicas, além da famosa tríade: “Sexo, drogas e rock and roll”.
Confira a sinopse
Um artista abrindo sua intimidade, revelando, desde seus traumas mais intimidadores, suas conquistas amorosas e musicais, até o lado obscuro de sua alma. Assim é o longa-metragem “Amor e Morte em Júlio Reny”, que narra a vida e a obra de Júlio Reny, um dos músicos mais reverenciados do sul do Brasil. Alcoólatra e bipolar, ele destila suas histórias através de um longo e revelador depoimento. Abrindo sua caixinha de memórias, levando o espectador a viajar pelos principais acontecimentos de sua vida. Uma biografia que explora a arte e o artista, questionando a relação entre elas, buscando fazer um estudo sobre sua alma. Explorando sua intimidade e carreira musical para trazer um questionamento: como um artista se torna um artista?