As escavações arqueológicas na região grega de Macedônia causam grandes expectativas ante a possibilidade de serem descobertos os restos de algum parente de Alexandre Magno, o grande conquistador oriundo desta zona no norte da Grécia. O trabalho no túmulo, situado a 100 quilômetros de Tessalônica, já dura anos e foi, inclusive, interrompido por falta de dinheiro por causa da crise econômica que atingiu o país.
A grande pergunta dos especialistas é que personalidade pode estar enterrada há 2.500 anos sob um coluna de três metros de altura protegida por um recinto de cerca de 500 metros, construído com mármore trazido da ilha de Thasos.
As hipóteses apontam para Roxana, a esposa persa de Alexandre, como também para sua mãe Olimpia, ou um de seus companheiros ou generais. Segundo os arqueólogos, a possibilidade de que a tumba de Anfípolis seja de Alexandre é quase nula. Depois de sua morte aos 32 anos na Babilônia, seu corpo foi enterrado em Alexandria, Egito, sem que nenhuma escavação tenha chegado a confirmar isso.