O projeto Ecarta Musical selecionou oito apresentações, das 50 propostas inscritas, para compor a programação de setembro de 2022 a janeiro de 2023. O edital da Fundação Ecarta ficou aberto ao longo do mês de julho e privilegia a pluralidade de estilos.
As propostas foram avaliadas por uma comissão, coordenada pela produtora Elenice Zaltron, e formada pelos jornalistas Paula Coutinho e Gilmar Eitelwein e o produtor musical Nico Bueno. Foram levados em consideração o grau de ineditismo, qualidade artística dos candidatos e propostas adequadas física e conceitualmente ao espaço onde ocorrem as apresentações quinzenais. “A seleção mescla o popular, com o erudito e contemporâneo, integrando MPB, instrumental, sul-americano, música regional e negra, contemplando segmentos diversos e plurais”, acentua a coordenadora do projeto, Elenice Zaltron.
Confira os selecionados:
- 50 Tons de Pretas cantam Elza Soares (Porto Alegre)
- Álvaro Santi e André Mâncio cantam o Clube da Esquina (Porto Alegre)
- Clarissa Ferreira - LaVaca (Porto Alegre)
- Daniela Garcia e Elda Pires - Duo Metapiano (Porto Alegre)
- Luciana Krolow - Flauta Brasileira (Novo Hamburgo)
- Marie Jafy, Idòwú Akínrúlí, Isaías Luz e Duda Cunha - Berço da Humanidade (Porto Alegre)
- Sinfonia Suja – Grupo de hip hop (Alvorada)
- Trio Los Pampas - Beto Chedid, Douglas Araujo e Matheus Kleber (Porto Alegre).
Sobre o projeto:
Criado em 2005, o Ecarta Musical já realizou mais de 350 shows, para um público aproximado de 20 mil pessoas. Durante a pandemia manteve apresentações online, oferecendo 32 shows, disponíveis no canal do Youtube da Fundação Ecarta. Reabriu a temporada presencial em setembro de 2021, mantendo as transmissões ao vivo online. O projeto é um dos cinco da Fundação Ecarta e prioriza shows exclusivos, com conceitos particulares sobre o repertório, como tributos, seleções especiais e datas comemorativas. Já recebeu o prêmio Açorianos de Música pela valorização dos artistas e formação de público.