A justiça francesa proibiu a "Closer" de publicar qualquer outra foto de Kate sem a parte de cima do biquíni e exigiu que a editora Mondadori entregasse todo o material fotográfico, o que foi feito na última semana.
Batalha judicial
O príncipe William e a duquesa de Cambridge oficializaram no início de setembro um processo criminal na França em resposta à publicação das fotos íntimas. Representantes do casal real confirmaram que "ações legais por violação da privacidade" estão sendo tomadas na França contra os editores da “Closer", que publicou antes da revista italiana "Chi" uma série de imagens de Kate Middleton de topless em um banho de sol em uma praia francesa, durante férias com o marido.
Uma corte em Nanterre confirmou que o processo foi aberto e que os editores da “Closer” participaram de uma audiência na última segunda-feira. O correspondente da BBC em Paris, Christian Fraser, explica que sob a rígida legislação francesa, a publicação deve configurar uma invasão de privacidade.
"Chi" e "Closer" pertencem ambas ao grupo Mondadori, que detém 50% do capital controlado pelo Fininvest, holding de Silvio Berlusconi, o antigo primeiro-ministro italiano, que também é alvo dos paparazzi. Os donos do jornal Irish Daily Star, do grupo Shell and Independent News and Media, condenaram a decisão de publicar as imagens e disseram que não foram consultados.
Alguns jornais britânicos já haviam recebido as fotografias na semana passada, mas se negaram a publicá-las, segundo a BBC. Representantes de tabloides como o Daily Mail e o The Sun disseram que nenhum jornal "responsável" sequer "tocaria nessas fotos".