Na escultura, o ex-premier está parcialmente coberto com um lençol, de olhos abertos e com soro intravenoso. A peça também simula a respiração do ex-premier. Até agora, apenas grupos pequenos de três a quatro pessoas tem recebido permissão de ver a escultura, que deve ficar aberta ao público até o dia 21.
A criação é do artista israelense Noam Braslavsky, que afirma que, sendo um homem público e com uma grande influência sobre as pessoas, os artistas tem direito de retratá-lo e “trazê-lo de volta às notícias”.
O coma do ex-premier aconteceu cinco meses depois que ele entrou em uma ação radical de retirada de colonos judeus e soldados da Faixa de Gaza, após 38 anos de ocupação. “No meio da guinada política, aconteceu isso”, afirmou Braslavsky, que atualmente vive em Berlim.