A reflexão sobre arte, amor, competição, inadequação e loucura se faz presente na peça, dirigida por Elias Andreato, que ficou em cartaz por 11 meses no Museu de Arte de São Paulo (Masp). A criativa e intuitiva jovem, aluna do gênio que representou as paixões humanas, enfrentou barreiras para enveredar pelo caminho da arte. E depois o preconceito da sociedade e a rejeição da própria família quanto ao relacionamento dela com um homem famoso e muito mais velho, que nunca a assumiu, no processo que a levou à loucura. “Sinto que num momento da história tinha uma simbiose tão grande que não se sabia o que era de um ou de outro”, fala Leopoldo sobre o diálogo amoroso, que logo transparece nas obras de ambos. “Viveram algo tão profundo, louco e transformador que não sei o que seria da carreira dos dois”, fala o ator sobre os personagens.
Espetáculo retrata relação amorosa de Auguste Rodin
Peça fica até domingo no Theatro São Pedro, em Porto Alegre
A relação que durou 15 anos entre o escultor Auguste Rodin e sua discípula e amante Camille Claudel, na Paris do final do século XIX, é o mote de “Camille & Rodin”, que chega ao Theatro São Pedro (Praça da Matriz, s/n), em Porto Alegre, nesta sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 18h. Os protagonistas, Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco, participam nesta sexta de um workshop sobre a criação dos personagens para a classe artística e no sábado do debate “Arte, Teatro e Transformação”, às 17h, no local. O evento é aberto ao público no ciclo “Encontros Vivo Em Cena”.
A reflexão sobre arte, amor, competição, inadequação e loucura se faz presente na peça, dirigida por Elias Andreato, que ficou em cartaz por 11 meses no Museu de Arte de São Paulo (Masp). A criativa e intuitiva jovem, aluna do gênio que representou as paixões humanas, enfrentou barreiras para enveredar pelo caminho da arte. E depois o preconceito da sociedade e a rejeição da própria família quanto ao relacionamento dela com um homem famoso e muito mais velho, que nunca a assumiu, no processo que a levou à loucura. “Sinto que num momento da história tinha uma simbiose tão grande que não se sabia o que era de um ou de outro”, fala Leopoldo sobre o diálogo amoroso, que logo transparece nas obras de ambos. “Viveram algo tão profundo, louco e transformador que não sei o que seria da carreira dos dois”, fala o ator sobre os personagens.
A reflexão sobre arte, amor, competição, inadequação e loucura se faz presente na peça, dirigida por Elias Andreato, que ficou em cartaz por 11 meses no Museu de Arte de São Paulo (Masp). A criativa e intuitiva jovem, aluna do gênio que representou as paixões humanas, enfrentou barreiras para enveredar pelo caminho da arte. E depois o preconceito da sociedade e a rejeição da própria família quanto ao relacionamento dela com um homem famoso e muito mais velho, que nunca a assumiu, no processo que a levou à loucura. “Sinto que num momento da história tinha uma simbiose tão grande que não se sabia o que era de um ou de outro”, fala Leopoldo sobre o diálogo amoroso, que logo transparece nas obras de ambos. “Viveram algo tão profundo, louco e transformador que não sei o que seria da carreira dos dois”, fala o ator sobre os personagens.