Entre os destaques nas estreias de cinema está “O Som da Morte”, dirigido por Corin Hardy, com Dafne Keen e Sophie Nélisse à frente de um grupo de jovens deslocados, a narrativa brinca com o fascínio contemporâneo por artefatos antigos e com a obsessão humana em testar limites. Do horror sobrenatural, o olhar se desloca para a história recente com “Living the Land”, vencedor do Urso de Prata de Melhor Diretor no Festival de Berlim.
Na sequência, o espetáculo assume outra escala com “Destruição Final 2”, de Ric Roman Waugh. Aqui, o apocalipse já aconteceu e o que resta é atravessar suas ruínas. Por fim, “Zafari”, da venezuelana Mariana Rondón, fecha o ciclo com uma distopia tão absurda quanto familiar. Em uma sociedade faminta, o hipopótamo do zoológico continua bem alimentado.
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