A aventura começa na entrada da exposição, quando o espectador recebe réplica do cartão de embarque de um passageiro real do navio como ingresso da mostra. Será feita uma verdadeira viagem cronológica ao fatídico acidente que, paralelamente, revela através de objetos a vida a bordo e um retrato da sociedade da época, passando pelos cenários da tragédia.
Nas salas de exposição é possível ouvir o som da construção do navio; conhecer a sala das caldeiras; perceber as diferenças sociais por meio dos serviços e acomodações de primeira, segunda e terceira classe. Entre os objetos há louças e talheres, malas e bolsas de couro, roupas de passageiros, joias, relógios, garrafas de champanha – ainda com bebida dentro –, notas e moedas, pratarias, cerâmica do piso de diversos ambientes, luminárias, documentos, cordas, ganchos e polias do navio, entre outros itens.
É possível caminhar sobre o chão de madeira remanescente das docas em Belfast, tocar em um pedaço do casco do Titanic e em um iceberg construído para a exposição com gelo real, reproduzindo a sensação das águas gélidas do Atlântico Norte na noite do naufrágio, onde muitos morreram por hipotermia ou ataques cardíacos. Foram, ao todo, 1.523 mortos e 705 sobreviventes. Atualmente, o navio descansa separado em duas sessões de 4 quilômetros de profundidade no Atlântico Norte. Desde que os destroços foram encontrados, 5,5 mil objetos foram resgatados.
A mostra fica aberta de segundas a sextas (das 11h às 21h – acesso à exposição até as 20h; sábados, das 11h às 22h (acesso até as 21h), e domingos, das 11h às 21h (acesso até as 20h). Há agendamento para escolas e grupos pelo telefone (11) 3883-9090. A bilheteria pode ser acessada no site BarraShoppingSul.com. Os ingressos custam entre R$ 40 (inteiro) e R$ 20 (meio) e são gratuitos para crianças de zero a 2 anos.