A exposição acontece graças aos milhares de negativos resgatados do esquecimento pelo estudioso alemão Rainer Crone, professor de história da arte nos Estados Unidos. "Depois de muitas peripécias, descobri os negativos na biblioteca do Congresso de Washington e no Museu de Nova Iorque. Estavam num saco plástico coberto de poeira", conta o estudioso alemão.
De um total de 20 mil negativos, Crone selecionou 150 para que o público descubra uma das facetas menos conhecidas do artista. Expostas no Palácio Cavalli-Franchetti de Veneza até 14 de novembro, as fotos revelam o talento de Kubrick em captar a vida cotidiana na América do pós-guerra (1945-1950), assim como a epopeia do jazz e a magia do circo.