A exibição representa trechos de uma história, em que os personagens são retirados de cenas de pinturas de artistas ilustres da Antiguidade e da Modernidade e passam a atuar sozinhos. A ideia é que os visitantes interajam com figuras em tamanhos próximos do real. Apesar das dimensões, cada representação recebe várias camadas de tinta acrícila, para criar um colorido intenso.
Marie-Ange Giaquinto expôs no Museu de Arte Moderna de São Paulo, nos anos 80, e em diversas cidades do Brasil e exterior, em exposições individuais e coletivas. As formas de suas pinturas parecem estar em movimento, apesar de suas estruturas estáticas, devido à mudança sutil das cores, ocasionada tanto pelo deslocamento do observador quanto pela maneira como são distribuídas no espaço, com um leve arredondamento do suporte.