Quatro mostras abrem, às 19h30min, no Instituto de Arquitetos do Brasil/IAB (General Canabarro, 363). “Pescador Fraga” exibe uma série de pinturas de Gilmar Fraga. Suas telas registram lembranças de infâncias do avistamento do mar; ondas figurativas e marinhas quase abstratas chegando ao azul profundo. A Sala do Arco abriga o trabalho de cinco ceramistas do Núcleo de Instauração de Cerâmica Artística (Nica/Ufrgs). As peças fazem referências a objetos dos cotidiano, como casas de passarinho, tigelas, garrafas e sementes de plantas do jardim.
Ainda no IAB, o Núcleo Urbanoide mostra a sintonia entre a cidade, a arquitetura e a arte de rua, arte essa que é responsável por se apropriar de locais muitas vezes esquecidos da cidade e transformá-los, com ações voltadas para quem por ali passa ou convive. E a coletiva “Desapercebidos” exibe um resgate em fotografias do olhar atento às pequenas situações, acontecimentos e objetos discretos do cotidiano.
No Paço dos Açorianos (praça Montevidéu, 10), a exposição “Paisagens em meios-tons”, comemora os 120 anos do artista italiano Angelo Guido. As obras retratam paisagens elaboradas pelo artista que dominava os meios-tons e que captou a luz de Porto Alegre e cenários do Rio Grande. O local também recebe a Mostra do VII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas. Entre os artistas ganhadores estão Carlos Pasquetti, Nara Amelia, Marcos Fioravante, Leopoldo Plentz, Flávio Gonçalves e Leandro Selister.